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Cervicalgia

Tratamento de Cervicalgia

A cervicalgia, popularmente conhecida como dor no pescoço, é uma das queixas mais frequentes em consultórios de ortopedia e reumatologia. Pode surgir de forma súbita — após um movimento brusco, por exemplo — ou se instalar gradualmente devido à má postura, tensão muscular ou alterações degenerativas na coluna cervical.
Em grandes cidades como São Paulo, a condição é uma das principais razões para a procura por especialistas em coluna, especialmente quando a dor começa a interferir nas atividades diárias e comprometer a qualidade de vida.

Causas e fatores associados

A cervicalgia pode ter origem muscular, articular ou discal, e geralmente resulta da combinação de fatores físicos, posturais e até emocionais.
Entre as causas mais comuns estão a postura inadequada — principalmente ao usar computador ou celular por longos períodos —, o sedentarismo, a falta de fortalecimento dos músculos do pescoço e dos ombros e o excesso de tensão muscular provocada pelo estresse.
Traumas na região cervical, como o “efeito chicote” após acidentes automobilísticos, também podem desencadear dor. Além disso, o desgaste natural dos discos cervicais, o tabagismo, a obesidade e o trabalho em posições fixas por muito tempo aumentam o risco de desenvolver o problema.
Vale lembrar que fatores emocionais, como ansiedade e depressão, podem intensificar a percepção da dor e dificultar a resposta ao tratamento. Em alguns casos, a cervicalgia também está relacionada a doenças inflamatórias, autoimunes ou infecciosas — o que reforça a importância da avaliação médica.

Sintomas

Os sintomas da cervicalgia podem variar de intensidade e duração, indo desde desconfortos leves até dores incapacitantes.
Em geral, o quadro envolve dor e rigidez no pescoço, com limitação dos movimentos. É comum que a dor irradie para os ombros, braços ou cabeça, provocando cefaleia tensional. Em alguns casos, o paciente também pode apresentar formigamento, dormência nos dedos, tontura ou sensação de desequilíbrio.
A dor tende a piorar quando se permanece por muito tempo em uma mesma posição — como ao trabalhar em frente ao computador — e costuma melhorar com o repouso e o alongamento suave. Quando os episódios se tornam frequentes ou duram mais de três meses, é sinal de que o quadro pode ter se tornado crônico e exige acompanhamento especializado.

Atendimento especializado em coluna e lombalgia.

Sobre o Dr. Alessandro

Ortopedista Especialista

Com mais de 20 anos de experiência na ortopedia, formei-me em Medicina pela Universidade de Vassouras (RJ) e me especializei em Ortopedia e Traumatologia pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo.

Buscando aprofundar meus conhecimentos, realizei uma segunda especialização em Patologias da Coluna Vertebral, área que se tornou o principal foco da minha atuação médica.

Minha prática clínica é voltada especialmente para o tratamento das dores lombares e cervicais, reabilitação funcional e abordagens modernas para o controle da dor, sempre com ênfase na recuperação integral e qualidade de vida dos pacientes.

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