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Lombalgia - Dor na região Lombar

Tratamento da Lombalgia

A lombalgia, conhecida popularmente como dor lombar, é uma das queixas mais frequentes nos consultórios e pode atingir pessoas de diferentes idades e estilos de vida. Em grandes centros como São Paulo, é uma das principais causas de afastamento do trabalho e de procura por especialistas em coluna.


A avaliação médica é essencial para identificar a origem da dor e definir o tratamento mais adequado, evitando que o problema se torne crônico e comprometa a qualidade de vida.

Causas e fatores associados

A dor lombar pode surgir por diferentes motivos, já que a região é composta por ossos, músculos, ligamentos, articulações e discos intervertebrais — estruturas que sofrem grande esforço no dia a dia. Entre os principais fatores associados estão a má postura ao sentar, abaixar ou carregar peso; o sedentarismo; a falta de fortalecimento muscular e os esforços repetitivos. Além disso, traumas leves, movimentos bruscos, degeneração dos discos intervertebrais e desalinhamentos também podem contribuir para o surgimento da dor.


Outros aspectos, como o excesso de peso, o tabagismo e até o estresse emocional, influenciam diretamente a saúde da coluna, favorecendo o desgaste e intensificando a percepção da dor.


Em muitos casos, a lombalgia não está relacionada a uma doença grave, mas sim ao uso inadequado das estruturas da coluna. Ainda assim, a dor pode ser intensa e incapacitante se não houver tratamento adequado.

Sintomas

Os sintomas da lombalgia variam conforme a causa e a intensidade. O mais comum é a dor na região baixa das costas, próxima à bacia, que pode irradiar para as nádegas ou pernas — quadro conhecido como ciatalgia.
Também são frequentes a rigidez e a dificuldade para se movimentar, além de formigamento e dormência nas pernas. A dor costuma piorar ao permanecer muito tempo sentado ou após esforço físico, e tende a melhorar com o repouso.
A lombalgia pode ser classificada como aguda, quando aparece de forma súbita após um esforço, ou crônica, quando persiste por semanas ou meses, geralmente associada a alterações degenerativas e hábitos posturais inadequados.

Diagnóstico

O diagnóstico da lombalgia é, em grande parte, clínico. Ele se baseia em uma avaliação detalhada do histórico do paciente e em um exame físico minucioso, que considera o padrão da dor, os hábitos diários e os fatores que a desencadeiam.
Na maioria dos casos, não há necessidade imediata de exames de imagem. Quando solicitados, os principais são a radiografia — que avalia o alinhamento da coluna —, a ressonância magnética e a tomografia, indicadas para casos persistentes ou mais complexos.
É importante lembrar que alterações encontradas em exames nem sempre são responsáveis pela dor. Por isso, a interpretação deve ser feita por um ortopedista especialista em coluna, considerando os sintomas e o contexto individual de cada paciente.

Tratamento

Na maior parte dos casos, a lombalgia pode ser tratada com medidas conservadoras, sem necessidade de cirurgia. O foco é controlar a dor, restaurar a mobilidade e prevenir novas crises.
Entre as abordagens mais eficazes estão o uso de medicações específicas, a fisioterapia voltada à reabilitação funcional e o fortalecimento da musculatura de sustentação da coluna.
Também fazem parte do tratamento a correção postural, as orientações ergonômicas para o ambiente de trabalho e a retomada gradual da atividade física — que, quando bem conduzida, é uma aliada importante na prevenção de recidivas.
Terapias complementares, como acupuntura e exercícios de reeducação postural global (RPG), podem ser indicadas em alguns casos. Em situações mais graves, quando há compressão nervosa ou falha no tratamento clínico, o médico pode avaliar a necessidade de procedimentos específicos ou cirurgia. No entanto, apenas uma pequena parcela dos pacientes (cerca de 1% a 2%) necessita de intervenção cirúrgica.

Sobre o Dr. Alessandro

Ortopedista Especialista

Com mais de 20 anos de experiência na ortopedia, formei-me em Medicina pela Universidade de Vassouras (RJ) e me especializei em Ortopedia e Traumatologia pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo.

Buscando aprofundar meus conhecimentos, realizei uma segunda especialização em Patologias da Coluna Vertebral, área que se tornou o principal foco da minha atuação médica.

Minha prática clínica é voltada especialmente para o tratamento das dores lombares e cervicais, reabilitação funcional e abordagens modernas para o controle da dor, sempre com ênfase na recuperação integral e qualidade de vida dos pacientes.

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